Entre bons momentos e pessoas queridas o vinho está sempre presente. Já se tornou também o bom companheiro das refeições do dia a dia, hábito que a saúde agradece.
E é saúde um dos grandes benefícios das produções orgânicas, biodinâmicas, naturais e de vinhedos tratados de forma ecologicamente sustentável, que visam a preservação do meio ambiente e a saúde dos funcionários. Assim, muito além de seu trabalho como produtor, o homem está desempenhado papel fundamental como agente de integração e preservação de todos os elementos que compõem o meio ambiente a sua volta.
v Família Geisse (Chile), Jean-Luc Colombo e Maison Coquard (França), e Chateau Ducos (Vale do São Francisco) são vinícolas que tem este foco em agricultura sustentável visando a preservação do ecossistema.
v Dentro das vinificações naturais, destaque para os vinhos de Marco Danielle (Brasil), elaborações livres de aditivos, sem passagem em madeira e com reduzidas quantidades de conservantes, até mesmo nenhum, proporcionando vinhos da mais pura expressão de fruta e do terroir.
v A Don Diego (Argentina) traz produções orgânicos, de caráter único e em quantidades limitadas.
v Se deseja experimentar algo novo ou dar um presente diferente, a Montalbera (Itália) produz belos vinhos com as uvas autóctones (nativas da região) e pouco conhecidas Ruché e Grignolino.
v Itália é também sinônimo de prestígio e elegância, aqui representados pelos Brunellos da Ciacci Piccolomini, Barbaresco do Castello di Neive e Barolo de Francesco Scanavino.
v Para o dia a dia há boas opções como a Ochotierras (Chile), com destaque para seus brancos frutados, frescos e aromáticos, e um Syrah sem madeira que acompanha muito bem pratos condimentados e temperados. A Cordilheira de Santana traz vinhos caprichosamente elaborados. Seu Chardonnay 2005 foi eleito neste ano o melhor vinho branco da Expovinis. E merece, é delicioso!
v Os espumantes, sempre presentes, são perfeitos para as temperaturas quentes do verão e para brindar nas festas que se aproximam. Os espumantes brasileiros estão cada vez melhores, aqui representados pela Cave de Amadeu e Cavalleri. E que tal este ano surpreender seus convidados ou presenteados trocando o tradicional Champagne pelo elegante Franciacorta Berlucchi?
No final do ano a vida se acelera, acumulam-se atividades e compromissos, aumenta o consumo e o tempo parece correr mais rápido. Enquanto preparava esta seleção me deparei com a expressão “CARPE DIEM”, que em latim significa “colha o dia”, “aproveite o momento”.
Aproveitar verdadeiramente o momento tem um significado particular para cada um de nós, e seja ele qual for, que possa haver, neste final de ano, um momento especial em que você possa se encontrar consigo mesmo e com aqueles pequenos prazeres que lhe proporcionam verdadeira satisfação. Reserve um momento para isso e, se for acompanhado de uma boa taça de vinho, brinde, no silêncio de seu coração, ao grande dom da vida.
Saúde a todos e ao grande prazer que é beber vinhos!
Abaixo, seleção da Madame do Vinho às festas de fim de ano.
Mais informaões: madamedovinho@terra.com.br
Argentina
Finca Don Diego
A mais de 1500 metros de altitude, em uma das regiões mais secas da Argentina e no meio de uma paisagem feita pelo vento durante milhares de anos, a Finca Don Diego produz vinhos tão únicos como a terra de onde vêm.
Localizada no vale de Fiambalá, província de Catamarca, uma cidade estabelecida há mais de 300 anos, é o lugar escolhido pela adega Don Diego para produzir vinhos de exportação. 80 hectares de vinhedos dão vida às melhores cepas de Syrah, Cabernet Sauvignon, Malbec, Merlot e Chardonnay, em produções limitadas e com tecnologia de ponta.
Em 2004 se deu a certificação orgânica de todos os vinhedos.
Celsius - R$ 32,00
(Syrah 60%, Cabernet Sauvignon 30%, Malbec 10%)
Cabernet Sauvignon Roble 2006 - R$ 58,00
Syrah Roble 2004 - R$ 58,00
Brasil
Cavalleri
A Adega Cavalleri, fundada em 1987 e estabelecida no Vale dos Vinhedos, é uma vinícola familiar, que tem por filosofia oferecer a seus clientes somente o melhor dentro de produções limitadas. Desde sua chegada ao Brasil em 1875, a família Cavalleri se dedica á arte da vitivinicultura e a todos os processos que envolvem a elaboração de seus produtos.
Seu mix é bastante enxuto, o que lhes confere como diferencial uma personalidade própria e marcante.
São vinhos muito agradáveis, com excelente relação qualidade-preço.
Chardonnay - R$ 28,00
Cabernet Sauvignon 200 - R$ 30,00
Pecato Merlot 200 - R$ 36,00
Espumante Brut - R$ 46,00
Espumante Moscatel - R$ 29,00
Espumante Rosé Moscatel - R$ 35,00
Cave de Amadeu
Tudo na Cave de Amadeu é voltado à busca da qualidade e aos cuidados com os detalhes em cada fase do processo de produção, brindando os apreciadores com vinhos da mais alta classe. Mario Geisse, engenheiro agrônomo e enólogo, é o responsável por estas produções, dividindo seu tempo e seu trabalho com a também reputada Casa Silva, no Chile.
É na região de Pinto Bandeira, distrito de Bento Gonçalves - conhecida como a dos vinhos de montanha - onde são cultivados os vinhedos para a produção de seu ícone, o Cave Geisse, considerado por muitos especialistas o melhor espumante elaborado no país pelo método champenoise ou tradicional.
Espumante Cave Geisse Brut - R$ 46,00
Espumante Cave Geisse Brut Nature - R$ 46,00
Espumante Cave Geisse Rosé - R$ 85,00
Chateau Ducos
A Ducos Vinícola nasce como desafio de um empreendedor enófilo italiano, com experiência na produção de vinho e azeite de oliva na Toscana, e da visão de um enólogo francês, Hubert Pommier, que se encantou com a perfeita sinergia de um terroir que apresenta solo virgem e pedregoso, muito sol, média de 20 graus de amplitude térmica entre dia e noite, e irrigação com gotejamento para perfeita dosagem da água.
Localizada na região do semi-árido pernambucano do Vale do Rio São Francisco (latitude 9), município de Vermelhos, Lagoa Grande, na famosa Rota da Uva e Vinho.
Vinhos de particular estrutura, especificidade e elegância são o resultado de uma atenta pesquisa quanto às variedades que mais se adaptaram às características desse clima tão exuberante e peculiar. Vale destacar a prática de uma viticultura conhecida na França como raisonée, que faz uso de tratos culturais racionais visando a preservação do meio natural vitícola, integrando e preservando todos os seus elementos: o homem, o solo, a planta, a paisagem, a fauna e a flora.
Destaque para um vinho 100% Petit Verdot, uva de difícil maturação nos climas continentais, mas que prospera de forma particularmente brilhante quando exposta ao sol constante e à irrigação regular do Vale do São Francisco.
Cabernet Sauvignon 2007 - R$ 20,00
Syrah 2007 - R$ 20,00
Petit Verdot 2005 - R$ 30,00
Cordilheira de Santana
Os vinhos da Cordilheira de Santana são elaborados com todo o cuidado de forma a proporcionar prazer aos apreciadores. Situada na região de Palomas, Campanha gaúcha, prima pela qualidade em todas as etapas da produção, do vinhedo à garrafa. A vinícola é conduzida pelas mãos competentes da enóloga Rosana Wagner, que entrega aos consumidores vinhos delicados, elegantes e muito agradáveis.
A satisfação e o prazer que estes vinhos proporcionam é resultado deste trabalho competente, realizado por pessoas comprometidas com a mais alta qualidade, cuja tarefa de elaborar bons vinhos não se resume simplesmente a uma profissão, mas reflete uma filosofia de vida e uma paixão.
Cordilheira de Santana Chardonnay 2005 - R$ 47,00
Cordilheira de Santana Gewurztraminer 2004 - R$ 47,00
Cordilheira de Santana Cabernet Sauvignon 2003/2004 - R$ 47,00
Cordilheira de Santana Merlot 2004 - R$ 47,00
Cordilheira de Santana Tannat 2004 - R$ 47,00
Marco Danielle
Primeiros vinhos de autor brasileiros, Tormentas e Minimus Anima são frutos de um projeto arrojado e original. Singelo no tamanho de sua estrutura física é grandioso naquilo que se propõe a fazer: nada menos que um grande vinho brasileiro, elaborado sob um método artesanal, com seleção de cachos no vinhedo e desengace manual das uvas.
Marco Danielle é o vinhateiro que assina estas limitadas e diferenciadas produções, provenientes de vinhedos em Encruzilhada do Sul, metade sul do Rio Grande do Sul, região considerada com uma das mais promissoras para a produção de vinhos de qualidade no Brasil.
A originalidade destes vinhos está não somente em seu processo artesanal, mas também em sua concepção livre de aditivos e sem passagem em madeira, o que proporciona a mais pura expressão de fruta e de terroir, característica primordial deste projeto. Destaque para o Tormentas Premium 2007, vinificado de forma totalmente natural com zero SO2.
São vinhos que encantam por seu caráter exótico, sua originalidade e profunda personalidade.
Seguindo a trilha destes primeiros vinhos de autor, nasce agora o primeiro vinho do mais novo projeto em Campos de Cima da Serra - o Prelúdio 2007, um vinho de guarda, seco e elegante, bem ao estilo europeu.
Prelúdio 2007 - R$ 37,00 - Lançamento em 20/12/2008
(Merlot 70%, Cabernet Sauvignon 20%, Cabernet Franc 10%)
Minimus Anima 2007 - R$ 80,00
(35% Cabernet Sauvignon, 35% Tannat, 20% Alicante Bouschet, 10% Merlot)
Tormentas Premium 2006 - R$ 160,00
(45% Pinot Noir, 25% Tannat, 25% Merlot, 5% Alicante Bouschet)
Tormentas Premium 2007 - R$ 160,00
(100% Merlot - apenas 700 garrafas produzidas)
Quinta Santa Maria
No ano de 2004 nasce a Quinta Santa Maria, instalando-se na região serrana de Santa Catarina, município de São Joaquim, aproveitando-se das influências da altitude para a qualidade das uvas e a complexidade dos vinhos.
Nazário Santos, português de origem e viticultor, vivia atracado nas encostas acentuadas do rio Douro dedicado à elaboração de vinho fortificado. Paralelamente, interessou-se também pela pêra-rocha, tipicamente portuguesa. Irrequieto, decidiu partir para o hemisfério sul em busca de terroirs adequados para a pêra-rocha, e foi no Brasil, nas altitudes da serra catarinense, que encontrou as terras ideais.
Visionário, ao observar as ribanceiras à beira das águas do rio Lavatudo, percebeu que poderia transformar aquela encosta que margeia o rio em terraços, tais quais os do rio Douro, onde poderia implantar vinhedos.
Os resultados não poderiam ser diferentes - vinhos de alta qualidade, verdadeiras especiarias de rara qualidade.
Atualmente a Quinta dispõe de uma área de 20 hectares, em altitudes entre 1200 e 1300 metros, com uvas vitiviníferas como Cabernet Sauvignon, Merlot, Sauvignon Blanc, Chardonnay, Pinot Noir, Touriga Nacional e Aragonez, pretendendo atingir até 2008 uma área plantada de 40 hectares.
Dos sonhos de um vinhateiro aplicado, exigente e perfeccionista, materializou-se a vinícola batizada de Quinta Santa Maria, que parte de especialíssimas uvas com as quais estão sendo elaborados vinhos de personalidade marcante com sotaque português: o fortificado Portento, o varietal Merlot - que ainda vai chegar ao mercado - e o sofisticado Utopia, um vinho estruturado e encorpado, desenhado para guarda.
Utopia 2006 Cabernet Sauvignon/Merlot - R$ 198,00 - vinho de guarda
Portento 2005 - R$ 59,00 - vinho fortificado (tipo Porto) ideal para acompanhar chocolate e café
Chile
El Sueño - Família Geisse
Mario Geisse é um apaixonado e um empreendedor. Enólogo da Casa Silva no Chile e dos prestigiados espumantes brasileiros Cave Geisse, traz ao Brasil o primeiro lote de seu novo vinho conceito, iniciando a trajetória do El Sueño.
Projeto da família Geisse idealizado já há bastante tempo, faz parte da realização de um sonho de poder elaborar vinhos a partir de uma escolha criteriosa determinada pelo melhor terroir para cada variedade de uva.
A realização começa com um Carménère e, como não poderia deixar de ser, o terroir determinado foi a região de Colchagua no Chile. Este novo conceito de produto terá continuidade através de outras regiões que já foram determinadas, sempre em busca do melhor terroir em cada região do mundo para cada variedade escolhida. Os próximos lançamentos serão um Malbec da Argentina, Tempranillo da Espanha, Cabernet Sauvignon do Chile, Shiraz da Austrália, Sauvignon Blanc da Nova Zelândia e as variedades Chardonnay e Pinot Noir da região de Champagne na França, este último numa parceria com a família Dumont, que estará disponível daqui a 3 anos.
Este projeto se trata de uma afirmação ao verdadeiro conceito de terroir, que será conduzido pessoalmente por Mario Geisse e Carlos Abarzua.
El Sueño Carménère 2006 - R$ 59,00
Viña Ochotierras
A vinícola Ochotierras foi criada há uma década por um grupo de agricultores que percebeu o grande potencial da região do Limari, ao norte do Chile, para a produção de uvas destinadas a elaboração de vinhos de qualidade excepcional.
A primeira vindima foi realizada em 2005. Hoje, com vários prêmios e reconhecimento conquistados, o trabalho se aprimora no sentido de se buscar o princípio de produzir vinhos exclusivos e que expressem as características especiais deste Vale. “Queremos criar um produto superior e especial, que integre os elementos do clima, do homem, da terra e de sua história”.
Os vinhedos estão espalhados por uma área de 75 hectares, em zona semi-árida de clima privilegiado, com ausência de chuvas na época de colheita, alta luminosidade e solos pobres. O Vale do Limari nasce na Cordilheira dos Andes e termina no Pacífico. Por sua posição geográfica favorável que se estende de leste a oeste, permite o cultivo de diversas variedades com ótimo amadurecimento, evolução de aromas e intensidade de cor.
Chardonnay 2006 - R$ 29,00
Sauvignon Blanc 2006 - R$ 29,00
Cabernet Sauvignon 2006 - R$ 32,00
Carménère 2006 - R$ 32,00
Syrah 2006 - R$ 32,00
Reserva Cabernet Sauvignon 2006 - R$ 42,00
Reserva Syrah 2006 - R$ 42,00
Gran Reserva Syrah 2005 - R$ 78
França
Jean-Luc Colombo
Elegância extrema, aptidão gastronômica e modernidade na medida perfeita. Assim ousaríamos resumir o estilo dos vinhos deste enólogo genial, locomotiva da região de Cornas, e que virou de pernas para o ar o mundo da vinicultura do Rhône nos anos 80. Cornas, na língua dos celtas, significa a antiga terra ressecada e queimada, onde brotam os vinhedos de Syrah. Calor e luz com grande intensidade garantem uma perfeita maturação das uvas.
Dinâmico, enérgico e criativo. Esses são alguns adjetivos utilizados para descrever a personalidade e o espírito empreendedor de Jean-Luc Colombo, o vitivinicultor conhecido como o mago do Rhône.
Apaixonado pelo campo e pela cozinha - sua mãe era uma chef - busca no respeito ao meio-ambiente dos seus vinhedos a qualidade para criar vinhos de caráter vibrante como o seu.
Viognier La Violette Languedoc VdP d’Oc 2006 - R$ 82,00
Rosé Côte Bleue Coteaux-d’Aix-en-Provence 2006 - R$ 88,00
Syrah La Violette Languedoc VdP d’Oc 2005 - R$ 75,00
Côtes du Rhône Les Abeilles 2006 - R$ 82,00
Crozes-Hermitage Les Fées Brunes 2005 - R$ 170,00
Côte-Rôtie La Divine 2004 - R$ 495,00
Maison Coquard
Para muitos apreciadores Beaujolais é apenas um vinho para ser bebido jovem que chega ao mercado a partir da terceira semana de novembro, pouco tempo depois de terminada sua vinificação e engarrafamento.
Elaborados com a variedade Gamay, os vinhos desta apelação são charmosos e gastronômicos, e são representados por 12 denominações: Beaujolais, Beaujolais Villages e 10 Beaujolais Grand Cru: Brouilly, Chénas, Chiroubles, Côte-de-Brouilly, Fleurie, Juliénas, Morgon, Moulin-à-Vent, Régnié e Saint Amour. Estes Crus são vinhos de maior classe e mais estruturados, cada um com características próprias, mantendo o aspecto frutado e vibrante da denominação Beaujolais. São vinhos de produções mais limitadas e que envelhecem melhor, mas que são muito agradáveis quando bebidos jovens.
O enólogo Cristophe Coquard é um irrequieto descendente de uma tradicional família de viticultores da região e após um longo período de experiência no exterior, retornou às origens com uma proposta audaciosa de trabalhar com máxima qualidade em todos os detalhes. O resultado é uma revolução do Beaujolais, ainda que balizada sobre o conceito de valorização dos seus diferentes terroirs.
Mesmo sendo um projeto novo, a Maison Coquard já figura no guia “Les Meilleurs Vins de France 2008″ da Revue de Vin de France com grandes elogios.
Maison Coquard Beaujolais Chiroubles 2006 - R$ 69,00 - os mais leves e com maior frescor
Maison Coquard Beaujolais Juliénas 2006 - R$ 72,00 - concentrados e ricos em cor
Maison Coquard Beaujolais Morgon 2006 - R$ 72,00 - mais estruturados
Itália
Berlucchi
Os espumantes Franciacorta Berlucchi são conhecidos mundialmente pela maestria no método champenoise - tradicional método de elaboração do champagne - que confere a seus vinhos elegância e qualidade. Foi a primeira vinícola a produzir um espumante por este método na região da Franciacorta, Lombardia, norte da Itália, buscando um aprimoramento constante da qualidade, aliando tradição à tecnologia e adaptando a produção à experiência adquirida ao longo de 40 anos de elaboração do melhor método champenoise italiano.
Reconhecidos e premiados no mundo inteiro, tanto na versão branco como rosé, Berlucchi é sinônimo de elegância, qualidade e grande prazer, sendo atualmente o espumante italiano mais exportado para Europa e Estado Unidos.
Berlucchi é também sinônimo de qualidade em vinhos tranqüilos brancos e tintos. Nos brancos destaca-se o Bianco Imperiale, elaborado com o vinho base dos espumantes utilizando as variedades Chardonnay, Pinot Nero e Pinot Bianco.
O supertoscano de Bolgheri Ruit Hora DOC, da casa Caccia Al Piano, hoje pertence a Berlucchi, destacando-se atualmente como um dos melhores vinhos desta denominação.
Espumante Franciacorta Berlucchi Cuvée Imperiale Brut - R$ 132,00
Espumante Franciacorta Berlucchi Cuvée Imperiale Brut ½ garrafa - R$ 80,00
Espumante Franciacorta Berlucchi Cellarius Brut 2003 - R$ 152,00
Espumante Franciacorta Berlucchi Cuvée Storica - R$ 170,00
Espumante Franciacorta Berlucchi Cuvée Imperiale Max Rose - R$ 149,00
Espumante Franciacorta Berlucchi Cellarius Max Rose 2003 - R$ 175,00
Bianco Imperiale - R$ 79,00
Bianco Imperiale ½ garrafa - R$ 59,00
Bolgheri DOC Ruti Hora Caccia Al Piano 2004 - R$ 285,00
Colli del Soligo
A Cantina Colli del Soligo foi fundada em 1957 para atender às exigências de pequenos produtores de Prosecco da região, que comungavam da mesma paixão por este vinho e pelo terroir. Em poucos anos a cooperativa cresceu, chegando a 700 sócios, todos pequenos produtores da região, que ainda trabalham de forma quase artesanal.
A força desta união permitiu então fazer investimentos pesados em tecnologia e enologia, sem perder a característica artesanal da viticultura.
O Soligo é agradável, fresco e frutado, ideal para aperitivos ou para acompanhar entradas e pratos leves a base de peixes.
Prosecco Soligo VSAQ - R$ 43,00
Castello di Neive
A imponente estrutura do Castello di Neive ocupa a fronteira sudoeste daquilo que era a antiga vila medieval de Neive; um antigo muro de defesa de 1750 liga o castelo e os jardins a Porta Sul da cidade. As cantinas do castelo possuem um tamanho notável, o que já indicava a intenção dos projetistas em obter as melhores possibilidades de uso para a produção e o engarrafamento do vinho.
Nas cantinas operou o enólogo e mercador Louis Oudart, sendo o primeiro na área a produzir com uvas nebbiolo um vinho seco, estável e comercial, que com o nome “Neive” obteve medalha de ouro na Exposição de Londres de 1862. Com as mesmas técnicas utilizadas por Oudart para o Neive, trinta anos mais tarde foi produzido no castelo de Barbaresco o primeiro vinho Barbaresco.
Os irmãos Stupino - Anna, Giulio, Ítalo e Piera - são os atuais proprietários do Castello e de cerca de 60 hectares de terras em Neive. A história da empresa tem início com o pai, Giacomo, que coloca em prática sua experiência e conhecimento na aquisição de terrenos e vinhas em melhores posições. Nas pequenas cantinas da velha casa dos Stupino inicia assim a primeira produção de vinhos de grande qualidade.
Aqui, mais uma vez, temos um grande exemplo de qualidade e tradição em vinhos.
Dolcetto d’Alba DOC 2006 - R$ 79,00
Barbaresco Santo Stefano DOCG 2000- R$ 285,00
Barbaresco Santo Stefano DOCG 2005- R$ 265,00
Ciacci Piccolomini
A Tenuta Ciacci Piccolomini d’Aragona preserva e exalta as próprias origens desde o século XVIII, guardando o próprio patrimônio histórico em um Palácio de época.
O prestígio e os inúmeros prêmios conquistados por esta vinícola são fruto de duro trabalho, paixão, orgulho pela terra e pelos vinhos de Montalcino.
Todos os seus vinhos são protegidos por um selo holográfico sob a cápsula e os Brunellos, além deste holograma, contam com um sistema de rastreamento. Estas medidas permitem ao consumidor estabelecer a autenticidade dos produtos. A empresa antecipou, no setor vitivinícola, a luta contra a falsificação do “Made in Italy”, garantindo através destes sistemas inovadores a autenticidade, a origem e a qualidade dos próprios vinhos.
São verdadeiros clássicos da vinicultura italiana, e representando o terroir e o nome da região. Os Brunellos dispensam qualquer apresentação. Rosso e Ateo são verdadeiramente excelentes opções em qualidade-preço. E o Fabivs é um interessante Syrah, altamente recomendado pelo produtor para uma exótica harmonização com chocolate amargo.
Brunello di Montalcino DOCG 2003 - R$ 232,00
Brunello di Montalcino DOCG Pianrosso 2003 - R$ 364,00
Rosso di Montalciono DOC 2006 - R$ 112,00
Ateo Sant’Antimo DOC 2004 - R$ 102,00
Fabivs Sant’Antimo DOC 2005 - R$ 174,00
Francesco Scanavino
“Para aqueles que acreditam em vinhos, não em rótulos”.
É com esta filosofia que, nas prestigiosas terras do Langhe, Piemonte, o winemaker Ângelo Torrielli criou uma linha de vinhos de forma a expressar o terroir em sua forma mais verdadeira para a Francesco Scanavino, uma pequena vinícola que produz os próprios vinhos com variedades nativas do Langhe, Roero e Monferrato.
Estes vinhos são produzidos com base nos valores de história, tradição e excelência empresarial sobre os quais se construiu o jeito piemontês de elaborar vinhos.
Seu Barolo dispensa quaisquer apresentações e o L’Imperatore é uma homenagem a um ancestral da família e uma saída dos protocolos rígidos. Na sua elaboração fez-se um casamento entre as uvas autóctones piemontesas Nebbiolo e Barbera d’Alba com a Cabernet Sauvignon, originando um vinho intenso, complexo e estruturado.
Barolo DOCG 2001 - R$ 286,00
L’Imperatore Langhe Rosso DOC 2003 - R$ 225,00
Montalbera
Cultura, paixão e tradição. Assim é Montalbera, localizada em Monferrato, na região de Asti, Piemonte.
A Azienda Agrícola Montalbera nasce no início do século XX. Conhecida como Terra de Ruché (lê-se ruquê), dispõe de 75 hectares de vinhedos onde o mais importante é o Ruché di Castagnole Monferrato, seguido pelos de Grignolino. Montalbera é considerado o mais importante produtor da variedade Ruché, concentrando 47% da produção mundial desta autóctone nobre e desconhecida.
A vinícola foi fundada pela família Morando e a paixão por este grande vinho começou com seu fundador, Sr. Enrico. Atualmente a família acredita fortemente na riqueza intrínseca desta autóctone, enquanto muitos até mesmo desconhecem sua existência. Têm como objetivo o estudo contínuo para criar um produto de vanguarda, que se mantenha fiel às tradições locais e às características seculares mais importantes da Ruché, ao mesmo tempo em que empregam os mais modernos métodos produtivos na busca dos melhores resultados.
Grignolino d’Asti DOC 2006 - R$ 103,00
Ruché di Castagnole Monferrato DOC 2006 - R$ 129,00
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maio 3rd, 2009 às 12:48
o governo tem que baixar os impostos,porque os custos de producao sao muito altos.ja que os produtos chilenos e argentinos sao muito baixos,chegao para o consumidor a um preco muito mais atraentes.