A Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança (ARBL) promoveu nesta quarta-feira, dia 01, o tradicional jantar beneficente para cerca de 300 convidados, no Itanhangá Golf Club, na Barra da Tijuca. O evento marca a sexta edição do festival Rio Bom de Mesa, realizado em parceria com o Sindicato de Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro (SindRio). Até o dia 05 de julho, 18 chefs de cerca de 10 estados preparam receitas regionais em restaurantes-anfitriões de toda a cidade. A renda arrecadada no jantar foi doada para o Instituto do Câncer (INCA) e Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR)
A confraterização dos cozinheiros aconteceu, é claro, na cozinha. Os chefs João Guilherme de Pontes Filho, Paolo Neroni, Roland Vilard e Volkmar Wendlinger comandaram o grupo, que contou com 50 pessoas, sendo 13 estudantes do Curso de Cozinheiro SENAC Móvel, do Centro de Educação para o Trabalho e Cidadania, em Irajá. Os alunos estavam sob a orientação do chef Júlio Cesar. O chef pernambucano César Santos, presidente da ARBL, destacou a hospitalidade do Rio de Janeiro e a importância deste intercâmbio cultural gastronômico. “A cidade é a primeira do país que reconhece a gastronomia como cultura, seguido de Recife”, afirmou Santos.
Em clima descontraído, autoridades como o vice-governador Luiz Fernando Pezão e esposa, além de chefs como Conceição Neroni, Andreá Tinoco. Maria Victória e Teresa Corção apoiaram a iniciativa. Com a chancela de marcas como o Supermercado Zona Sul, Petybom e Mastercard, o festival integra renomados chefs e movimenta o circuito gourmet da cidade.
Na ocasião, o chef suíço Volkmar Wendlinger (Casa da Suíça) ressaltou a presença de cinco cozinheiras no time do Bom de Mesa e elogiou a ascensão das mulheres no universo da alta gastronomia. Para finalizar a noite de gala da cozinha carioca, Wendlinger anunciou os próximos projetos da Boa Lembrança. O primeiro é fundar uma escola de gastronomia profissionalizante para jovens recém-formados do ensino médio; e manter o empenho na defesa da cozinha brasileira. “Espero que o melhores restaurantes do Brasil sejam de comida brasileira”, concluiu.
Equipe Malagueta
Texto: Juliana Dias
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