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	<title>Malagueta Comunicação &#187; Ardidas</title>
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	<description>Assessoria de comunicação especializada em gastronomia</description>
	<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 23:55:30 +0000</pubDate>
	
	<language>en</language>
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		<title>Ratatouille</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 23:51:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ardidas]]></category>

		<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Um filme divertido e gostoso. A história se passa em Paris. Remy (Patton Oswalt) é um rato que sonha se tornar um grande chef. Só que sua família é contra a idéia, além do fato de que, por ser um rato, ele sempre é expulso das cozinhas que visita. 
Num determinado dia, enquanto estava nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um filme divertido e gostoso. A história se passa em Paris. Remy (Patton Oswalt) é um rato que sonha se tornar um grande chef. Só que sua família é contra a idéia, além do fato de que, por ser um rato, ele sempre é expulso das cozinhas que visita. <span id="more-11471"></span></p>
<p>Num determinado dia, enquanto estava nos esgotos, ele fica bem embaixo do famoso restaurante de seu herói culinário, Auguste Gusteau (Brad Garrett).</p>
<p>Remy decide visitar a cozinha do lugar e lá conhece Linguini (Lou Romano), um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e precisa manter o emprego a qualquer custo. Remy e Linguini realizam uma parceria, em que Remy fica escondido sob o chapéu de Linguini e indica o que ele deve fazer ao cozinhar.</p>
<p>Título original:Ratatouille<br />
Gênero: Animação<br />
Duração:01 h 50 min<br />
Ano de lançamento:2007<br />
Estúdio:Walt Disney Pictures / Pixar Animation Studios<br />
Direção: Brad Bird<br />
Roteiro:Brad Bird, baseado em estória de Brad Bird, Jim Capobianco e Jan Pinkawa</p>
<p><strong>Fonte: Adoro Cinema<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>Três bares estreantes conquistam o pódio do Comida di Buteco no Rio</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 20:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ardidas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Saideira fez a festa da baixa gastronomia que reuniu os 31 petiscos concorrentes e anunciou os cinco melhores do Comida di Buteco do Rio de Janeiro. No último sábado, três bares estreantes  levaram o prêmio: o campeão Petisquim, da Petisqueira Martinho, o vice Fondue da Gema, do bar Da Gema,  e o Caldo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>A Saideira fez a festa da baixa gastronomia que reuniu os 31 petiscos concorrentes e anunciou os cinco melhores do Comida di Buteco do Rio de Janeiro. No último sábado, três bares estreantes  levaram o prêmio: o campeão </span><span>Petisquim,</span><span> da Petisqueira Martinho<span id="more-11401"></span>, o vice </span><span>Fondue da Gema</span><span>, do bar Da Gema,  e o Caldo de Caridade, do Nordestino Carioca em quinto lugar. Os terceiro e quarto melhores petiscos foram </span><span>Brasileirinho Original</span><span> do Original do Brás e o </span><span>Futrica na Roça</span><span> do Aconchego Carioca, respectivamente. O público na Cidade do Samba festejou com shows  de Moacyr Luz, a bateria do bloco Simpatia é quase amor e Roberta Sá.</span></p>
<p><span><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem26.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-11404" title="casquinha_boteco.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem26-150x150.png" alt="casquinha_boteco.jpg" width="150" height="150" /></a>Estreante no concurso, a Petisqueira Martinho venceu com a casquinha de siri recheada com frutos do mar. Úrsula e Lúcia Martinho, que comandam o restaurante há 3 anos no bairro da Ilha do Governador festejaram o prêmio:“ É a primeira vez que participamos e ganhamos o primeiro lugar, resultado de muito trabalho e dedicação em família”, comenta Lúcia. </span></p>
<p><span> <span>Além da segunda colocação, o bar tijucano Da Gema venceu o desafio Doritos e recebeu o prêmio de R$5mil. Os tira-gostos contemplados foram o </span><span>Fondue da Gema</span><span>, a base de creme de milharina, com linguicinha de porco da  e costelinha de acompanhamentos e o Creme de baroa com queijo minas e molho de linguiça com farofinha de doritos.</span></span></p>
<p><span>O tradicional bar de Brás de Pina, o Original do Brás, há três anos comparece no pódio do Comida di Buteco. Nesse ano, conquistou o paladar dos butequeiros com a receita de</span></p>
<p><span>iscas de carne de sol e purê de mandioca, e levou a terceira colocação depois de obter o primeiro lugar em 2008 e segundo em 2009. Zé Carlos, o dono, subiu ao palco junto do seu maior torcedor o neto Pedro Paulo de 12 anos para receber e dedicar o prêmio a todos os clientes que frequentam e apostam no Original.</span></p>
<p><span>Somaram o total de 30.357 votantes que ajudaram a eleger os cinco melhores petiscos junto ao júri especializado. Durante a premiação, o idealizador do evento Eduardo Maia  anunciou o Bar Urca como o mais votado popularmente e o Sabor da Morena o que levou mais pessoas à Saideira. Eduardo também divulgou o feijão preto, a carne seca, a farinha de mandioca e a laranja como os quatro ingredientes a serem tema dos petiscos do próximo Comida di Buteco. Atenção butequeiros, é ter criatividade e inventar o melhor petisco!</span></p>
<p><strong>Equipe Malagueta Comunicação<br />
Texto: </strong>Mariana Moraes</p>
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		<title>Chocolate</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 02:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ardidas]]></category>

		<category><![CDATA[chocolate]]></category>

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		<description><![CDATA[Um filme delicioso e altamente recomendado para os chocólatras de plantão. Em um vilarejo francês, nos anos 50, o diretor sueco Lasse Hallström faz sua homenagem ao chocolate.
Vianne Rocher (Juliette Binoche), uma jovem mãe solteira, e sua filha de seis anos (Victorie Thivisol) resolvem se mudar para uma cidade rural da França. Lá decidem abrir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um filme delicioso e altamente recomendado para os chocólatras de plantão. Em um vilarejo francês, nos anos 50, o diretor sueco Lasse Hallström faz sua homenagem ao chocolate.<span id="more-11325"></span><br />
<a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem5.png"><img class="size-medium wp-image-11374 alignright" title="filme_chocolate.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem5-300x212.png" alt="filme_chocolate.jpg" width="300" height="212" /></a>Vianne Rocher (Juliette Binoche), uma jovem mãe solteira, e sua filha de seis anos (Victorie Thivisol) resolvem se mudar para uma cidade rural da França. Lá decidem abrir uma loja de chocolates que funciona todos os dias da semana, bem em frente à igreja local, o que atrai a certeza da população de que o negócio não vá durar muito tempo. Porém, aos poucos Vianne consegue persuadir os moradores da cidade em que agora vive a desfrutar seus deliciosos produtos, transformando o ceticismo inicial em uma calorosa recepção.</p>
<p>Na verdade, o alimento que é tão mais cobiçado e desejado por muitos, é apenas o símbolo e o pretexto utilizados pelo cineasta para discutir valores como tradição, humanismo, moral e principalmente, a tolerância.</p>
<p>O diretor, Hallström, conseguiu reunir um elenco de primeira linha: Juliette Binoche, Judi Dench, Johnny Depp, Lena Olin, entre outros.</p>
<p>A produção foi indicada a cinco Oscar - inclusive nas categorias de Melhor Filme e Melhor Atriz - e a quatro Globo de Ouro, mas não levou muitos dos prêmios para casa.</p>
<p><strong>Chocolate</strong><br />
Título original: Chocolat<br />
Lançamento: 2000<br />
Direção: Lasse Hallström<br />
Atores: Johnny Depp, Juliette Binoche Alfred Molina, Victorie Thivisol<br />
Duração: 01 h 45 min<br />
Gênero: comédia</p>
<p><strong>Fonte: Adoro Cinema<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>Culinária francesa é destaque em festival no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 20:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ardidas]]></category>

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		<description><![CDATA[Chefs preparam receitas tradicionais do país na quarta edição do C’est si bon
A França é representada por sua gastronomia, música, dança e teatro durante os cinco dias do Festival C’est si Bon que vai até 18 de julho no Forte de Copacabana. O evento selecionou os principais chefs residentes no Rio de Janeiro para prepararem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: left;">Chefs preparam receitas tradicionais do país na quarta edição do C’est si bon</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;">A França é representada por sua gastronomia, música, dança e teatro durante os cinco dias do Festival C’est si Bon que vai até 18 de julho no Forte de Copacabana.<span id="more-11301"></span> O evento selecionou os principais chefs residentes no Rio de Janeiro para prepararem as iguarias famosas do país. Cassoulets, ratatouille, carré d&#8217;agneau, casserole de fruit de mer, macarrons, croissants, tartellettes entre outras delícias estão no menu do festival.</p>
<p class="MsoNormal">
<div id="attachment_1302" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2008/11/roland_infonovo.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1302" title="roland_infonovo.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2008/11/roland_infonovo-150x150.jpg" alt="Chef Roland Villar" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Chef Roland Villar</p></div>
<p>Ainda no capítulo gastronômico, o chef Rolland Villard ( Le pré Catelan) idealizou o “Bate panela”, espécie de jogo em que dois chefs se alternam no preparo do prato e na apresentação, e vice versa. Participam da brincadeira Frédéric Monnier (Brasserie Rosário), Patrick Blancard e Philippe Brye (Traiteurs de France), Olivier Cozan (Olivier Cozan), Ana Ribeiro (La Cigale), Zelmar Riccetto (Le Pain Du Lapin) e Maria Victoria (Montagu e Astoria) que improvisam receitas e descontraem a plateia.</p>
<p class="MsoNormal"><span><span> </span><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Shows de Can can e grupos musicais, além de encenação de trechos da comédia-musical &#8216;Oui, Oui a França é Aqui&#8217;; e da peça &#8216;A Gaiola das Loucas&#8217; estão incluídas na programação.<span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Criado há quatro anos, o evento cresce a cada edição com programação extensa e maior número de visitantes. Em 2009 somaram 20 mil pessoas em quatro dias de atividades. Belo Horizonte e São Paulo também recebem o evento após a realização no Rio de Janeiro. A festa honra a data de 14 de julho quando comemora-se a Queda da Bastilha.</span></p>
<p><span>Serviço:</span></p>
<p><strong><span>Festival de Cultura Francesa C’est Si Bon 2010</span></strong></p>
<p><strong><span>Data:</span></strong><span>14, 15, 16, 17 e 18 de julho, das 10h às 22h</span></p>
<p><span>(programação artística inicia às 14h)</span></p>
<p><strong><span>End:</span></strong><span>Forte de Copacabana: Campo de Marte. Praça Coronel Eugênio Franco I, Posto 6, Copacabana.</span></p>
<p><strong><span>Entrada:</span></strong><span> R$10,00 (inteira). Meia-entrada para estudantes e idosos. Menores de 10 anos e maiores de 80 anos têm entrada gratuita. Censura: Livre</span></p>
<p><span>Estacionamento no local: R$3,00</span></p>
<p><strong><a href="http://www.bocaboca.com.br/cestsibon" target="_blank">www.bocaboca.com.br/cestsibon</a></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A Fantástica Fábrica de Chocolate</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 11:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ardidas]]></category>

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		<description><![CDATA[O filme tem duas versões. A primeira, de 1971, com Gene Wilder no papel de Willy Wonka e direção de Mel Stuart. A segunda, de 2005, com Johnny Deep e direção de Tim Burton. Os cinéfilos se dividem para escolher a sua favorita. Eu, &#8220;johnny-deppie-maníca&#8221;, fico com a segunda.
O enredo é simples, porém reflexivo. Willy [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O filme tem duas versões. A primeira, de 1971, com Gene Wilder no papel de Willy Wonka e direção de Mel Stuart. A segunda, de 2005, com Johnny Deep e direção de Tim Burton. Os cinéfilos se dividem para escolher a sua favorita. Eu, &#8220;johnny-deppie-maníca&#8221;, fico com a segunda.<span id="more-11252"></span></p>
<p><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem33.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-11268" title="filme_choco.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem33-150x150.png" alt="filme_choco.jpg" width="150" height="150" /></a>O enredo é simples, porém reflexivo. Willy Wonka (Johnny Depp) é o excêntrico dono da maior fábrica de doces do planeta, que decide realizar um concurso mundial para escolher um herdeiro para seu império. Cinco crianças de sorte, entre elas Charlie Bucket (Freddie Highmore), encontram um convite dourado em barras de chocolate Wonka e com isso ganham uma visita guiada pela lendária fábrica de chocolate, que não era visitada por ninguém há 15 anos. Encantado com as maravilhas da fábrica, Charlie fica cada vez mais fascinado com a visita.</p>
<p>Um olhar mais atento vê o que está para além da pueril historinha. Destaco a gulodice e a obesidade infantil. A soberba da infância - sua majestade o bebê, diria Sigmund Freud. A rivalidade sem limite das crianças, que tanto se vê em episódios de bullying nas escolas. A neurose dos pais sendo transferidas para os filhos, que induzem os pequenos a tentarem ser os melhores em tudo - e quando não o são, a frustração e a angústia invadem a criança violentamente.</p>
<p><strong>A Fantástica Fábrica de Chocolate</strong><br />
Título original: (Charlie and the Chocolate Factory)<br />
Lançamento: 2005 (EUA)<br />
Direção: Tim Burton<br />
Atores: Johnny Depp, Freddie Highmore, David Kelly, Helena Bonham Carter, Noah Taylor<br />
Duração: 106 min<br />
Gênero: aventura<br />
<strong><br />
Texto: Vanessa Souza Moraes<br />
Equipe Malagueta<br />
</strong></p>
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		<title>O Cheiro do Papaia Verde</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 17:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ardidas]]></category>

		<category><![CDATA[Pitadas]]></category>

		<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[O enredo se passa no Vietnã, na década de cinquenta. Com dez anos de idade, Mùi, camponesa, deixa sua aldeia e vai trabalhar na casa de uma família ex-rica em Saigon.  Vivendo de aparências, a família sofre os efeitos da crise econômica atingida pelo país, além das regulares ausências do dono da casa que, sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O enredo se passa no Vietnã, na década de cinquenta. Com dez anos de idade, Mùi, camponesa, deixa sua aldeia e vai trabalhar na casa de uma família ex-rica em Saigon.  Vivendo de aparências, a família sofre os efeitos da crise econômica atingida pelo país, além das regulares ausências do dono da casa que, sem razão aparente, apanha o dinheiro e desaparece por algum tempo.<span id="more-11127"></span></p>
<p><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem41.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-11193" title="filme.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem41-150x150.png" alt="filme.jpg" width="150" height="150" /></a>Quem controla a economia doméstica é a mulher, diante dos sumiços do marido. Ela vende tecidos para obter algum dinheiro para alimentar seus três filhos, um já adolescente e os outros mais novos, e manter alguma dignidade.  Na casa, mora ainda a avó paterna, que não abandona seu quarto no andar superior, desde a morte da neta que teria a idade de Mùi, se fosse viva.</p>
<p>Com a ajuda de Ti, uma empregada já idosa, Mùi se inicia nos afazeres domésticos.  Orientada por ela, a jovem aprende as tarefas tradicionais ligadas à sua condição de empregada, tais como, colher mamão verde, ralá-lo, servir as refeições e esfregar o assoalho.</p>
<p>Mùi cresce e a situação econômica da família vai à bancarrota. Até o dia em que o marido ausente morre e a viúva não pode mais mantê-la consigo. Mui, com 20 anos, já é uma bela e sensível mulher.</p>
<p>Mùi é então enviada para trabalhar na casa de Khuyen, um amigo da família.  Mùi e Khuyen se conheciam desde crianças, uma vez que ele era o melhor amigo do filho mais velho de sua antiga patroa.  Agora, ele é um homem sofisticado, pianista clássico, fala fluentemente francês e tem uma amante dispendiosa.</p>
<p>Na nova casa, Mùi continua a mesma pessoa dócil e eficiente.  Através de sutis sinais, nota-se que ela é apaixonada pelo novo patrão. Sinais estes que, a princípio, não são notados por ele.<br />
<strong><br />
Fonte: e-pipoca<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Aromas do Tejo</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 11:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ardidas]]></category>

		<category><![CDATA[vinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Portugal foi desclassificado da Copa do Mundo, mas os vinhos produzidos na região do Tejo estão competindo com vigor e maturidade no mercado de vinhos.  Cinco vinícolas tejanas foram escaladas para apresentar suas virtudes em evento promovido no restaurante Roberta Sudbrack, no Rio de Janeiro. Para explicar a nova denominação do território, o crítico e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal foi desclassificado da Copa do Mundo, mas os vinhos produzidos na região do Tejo estão competindo com vigor e maturidade no mercado de vinhos.  Cinco vinícolas tejanas foram escaladas para apresentar suas virtudes em evento promovido no restaurante Roberta Sudbrack, no Rio de Janeiro. <span id="more-11058"></span><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem2.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-11063" title="vinhos.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem2-150x150.png" alt="vinhos.jpg" width="150" height="150" /></a>Para explicar a nova denominação do território, o crítico e especialista em vinhos Jorge Lucki deu um panorama sobre a produção vitivinícola portuguesa e mostrou os fatores que impulsionaram a mudança.</p>
<p>O país é o décimo produtor mundial e está em quinto lugar no ranking da União Européia. No total, são 11 Indicações Geográficas (I.G.) e 26 Denominações de Origem Controlada (D.O.P.) A produção está concentrada em três áreas: Vinhos Antlânticos, Vinhos de Montanha e Vinhos de Planície, onde estão situadas as regiões de Tejo, Alentejo, Algavre e Terras do Sado, que recebem influência do Mediterrâneo. Segundo Lucki, são bebidas com baixa acidez e de consumo jovem.</p>
<p>Na década de 90, 65% dos vinhos do Ribatejo (antigo nome) eram brancos e a produção se estendia pelas margens do Rio Tejo. Havia volume, mas sem qualidade, explicou o crítico. Aos poucos, os produtores se distanciaram das proximidades do rio, migrando para terras mais férteis. O grupo empreendeu um movimento em busca do refinamento. E, para marcar a ruptura com a tradição de vinhos baratos e sem personalidade, rebatizaram a região de Tejo. Em 2009, a nova zona produtiva conquistou selos de certificação.</p>
<p>O recente terroir já exibe rótulos competitivos, bem estruturados, variados e tintos. A vinícola Vale d’Algares apresentou dois rótulos brancos: <strong>Guarda Rios Branco 2009</strong> e <strong>Vale d&#8217;Algares Selection Branco 2009</strong>, com corte de Viognier, Alvarinho e Verdelho. E dois tintos: <span> </span><strong> Guarda Rios Tinto 2008</strong> e <strong>Vale d&#8217;Algares Selection Tinto 2008</strong>. A Quinta da Alorna apresentou o <strong>Quinta da Alorna Branco 2008</strong>. A Fiuza &amp; Bright, <strong>Fiuza 3 Castas Branco 2009</strong> e <strong>Fiuza Premium Tinto 2007</strong>.  A Quinta do Casal Branco, trouxe o <strong>Quinta do Casal Branco Tinto 2007</strong>. E a encosta do Sobral, o <strong>Encosta do Sobral Tinto 2005</strong>.</p>
<p><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem4.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-11065" title="rosottoRS.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem4-150x150.png" alt="rosottoRS.jpg" width="150" height="150" /></a>O menu elaborado por Roberta Sudbrak reforçou as influências de sabores entre Brasil e Portugal. Para contrastar com uma seleção de castas portuguesas, a chef colocou o time um time brasileiríssimo em campo com <em>Tartare de abóbora</em>, <em>Risoto de linguiça e escarola defumada</em>, <em>Pato braseado em frutas secas</em> e <em>Canelone de doce de leite com pistache</em>. Imbatível.</p>
<p>Promovido pela Comissão Vitivinícola da Região do Tejo, o evento reuniu personalidades, especialistas, sommeliers, jornalistas e consultores da área do vinho. Entre os presentes, Macelo Copello, Homero e Jô Sodré, Oscar Dautc, Euclides Penedo Borges (presidente da ABS-Rio), Paulinho Gomes (presidente da SBAV-Rio), João Pedro Lamonica (sommelier do Garcia &amp; Rodrigues), Sérgio Pagano, Duda Zagari (da Confraria Carioca), Luciana Plaas, Alexandre Lalas e Renato Machado, além dos representantes das vinícolas. O clima amistoso entre os dois países, mesmo em meio a Copa do Mundo e uma disputa entre os dois times, não abalou os laços fraternos, numa sinergia entre bom vinho, boa comida, boa conversa e bons negócios.</p>
<p><strong>Equipe Malagueta<br />
</strong>Texto: Juliana Dias<br />
Fotos: Carolina Amorim</p>
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		<title>Sabor da paixão</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 18:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ardidas]]></category>

		<category><![CDATA[cine]]></category>

		<category><![CDATA[cinema e gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa comédia romântica mergulha na mais completa água com açúcar, mas cabe-lhe algum mérito com certeza. A atriz principal, Penélope Cruz, é produzida com simplicidade, mas deslumbrante sensualidade. A trilha sonora é embalada por maravilhosas composições brasileiras de Bossa Nova, com arranjos onde a sofisticação e a complexidade se ausentam, e toda a suavidade musical [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa comédia romântica mergulha na mais completa água com açúcar, mas cabe-lhe algum mérito com certeza. A atriz principal, Penélope Cruz, é produzida com simplicidade, mas deslumbrante sensualidade. A trilha sonora é embalada por maravilhosas composições brasileiras de Bossa Nova, com arranjos onde a sofisticação e a complexidade se ausentam, e toda a suavidade musical fica por conta de <span id="more-11011"></span>poucas cordas e alguma percussão.</p>
<p><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/filme.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-11076" title="filme.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/filme-150x150.png" alt="filme.jpg" width="150" height="150" /></a>O elenco dá conta do recado sem nenhuma exaltação quanto ao seu desempenho. Isabella (Penélope Cruz) e Toninho (Murilo Benício), formam um casal apaixonado que tem um restaurante na Bahia. Enquanto Isabella (que desenvolve seus dotes culinários desde pequena, os quais são responsáveis pelo sucesso do restaurante), se esconde na opacidade de uma cozinha abafada, e inibe o sonho de se tornar famosa como “chef” de cozinha”,Toninho, personificando o galanteador, colhe todos os méritos. Até que um dia, ao descobrir a traição do marido, ela resolve procurar sua amiga de infância, em São Francisco, e dar um novo rumo à sua carreira. Qualquer semelhança com a Dona Flor de Jorge Amado&#8230;</p>
<p>Toda a sedução deste filme fica por conta de cumplicidade (que se torna visível aos olhos e perceptível ao coração) que se forma entre alimentos e sentimentos. Neste aspecto, o papel principal é delegado à pimenta malagueta que, além de ter suas propriedades minuciosamente descritas por Isabella, enquanto seu aroma é inspirado, e inspira, rouba totalmente a cena no momento em que Toninho a corta ao meio e a passa sensualmente nos lábios de Isabella, transmitindo a este instante todo o ardente calor da paixão.</p>
<p>Esta mulher, com um toque de ingênua sensualidade, não ensina simplesmente as receitas típicas brasileiras, mas antes de tudo, e acima de qualquer coisa, orienta os caminhos para o despertar da alma gastronômica, decodificando a essência de cada ingrediente, com todo o sentimento que dele transpira.</p>
<p>A escolha do título em português foi extremamente feliz, (não se podendo dizer o mesmo do titulo original), pois a espinha dorsal deste filme é o sabor e a paixão, numa integração perfeita, onde não é permitido desvincular um do outro.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Título orginal: Woman on Top<br />
Ano: 1999<br />
Pai de origem: Estados Unidos<br />
Idioma: Inglês<br />
Duração: 92 min<br />
Direção: Fina Torres<br />
Elenco: Penélope Cruz, Murilo Benício, Harold Perrineau Jr, Mark Feuerstein</p>
<p><strong>Fontes: Filmes de Cinema e Sensibilidade &amp; Sabor<br />
Equipe Malagueta<br />
</strong></p>
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		<title>De fato, o último jantar</title>
		<link>http://malaguetacomunicacao.com.br/2010/06/de-fato-o-ultimo-jantar/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 19:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ardidas]]></category>

		<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Um filme no mínimo estranho. Mas há algo de belo no surreal. Um dos cinco moradores de uma casa em Iowa, um grupo de amigos pseudo-intelectuais, idealistas, da fina flor da direita americana convida para jantar um homem que lhe deu uma carona, mas à noite sofre uma reviravolta quando o recém-chegado ataca um dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um filme no mínimo estranho. Mas há algo de belo no surreal. Um dos cinco moradores de uma casa em Iowa, um grupo de amigos pseudo-intelectuais, idealistas, da fina flor da direita americana convida para jantar um homem que lhe deu uma carona, mas à noite sofre uma reviravolta quando o recém-chegado ataca um dos seus anfitriões e acaba sendo morto pelos amigos destes.<span id="more-10897"></span></p>
<p><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/imagem4.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-10957" title="filme.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/imagem4-150x150.png" alt="filme.jpg" width="150" height="150" /></a>Após este episódio os cinco concluem que deixaram o mundo melhor matando-o e passam a, rotineiramente, convidar para jantar pessoas com tendências radicais, sendo que se defenderem argumentos descabidos são envenenadas durante a refeição. Aqueles que não corresponderem a seus ideiais e pensamentos, poderão ser mortos durante o jantar.</p>
<p><strong>O Último Jantar</strong><br />
Título original: The Last Supper<br />
Elenco: Cameron Diaz, Ron Eldard, Annabeth Gish, Jonathan Penner, Courtney B. Vance, Jason Alexander, Nora Dunn, Charles Durning, Mark Harmon, Ron Perlman, Bill Paxton<br />
Produção: Larry Weinberg<br />
Ano: 1995<br />
Direção: Stacy Title<br />
País: Estados Unidos<br />
Duração: 92 minutos</p>
<p><strong>Fontes: Adoro Cinema e Cine Players<br />
Equipe Malagueta<br />
</strong></p>
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		<title>Comida é arte</title>
		<link>http://malaguetacomunicacao.com.br/2010/06/comida-e-arte-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 04:01:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ardidas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem pensa que alimentos são apenas para ser degustados ou para saciar a fome, se enganou.  Eles inspiram à criação artística ou constituem a própria matéria-prima em obras de arte. Frutas, verduras e peixes são representados na pintura desde a Idade Média, onde a comida compunha uma cena cristã.
Entre o século XV e XVI, a natureza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem pensa que alimentos são apenas para ser degustados ou para saciar a fome, se enganou.  Eles inspiram à criação artística ou constituem a própria matéria-prima em obras de arte. Frutas, verduras e peixes são representados na pintura desde a Idade Média, onde a comida compunha uma cena cristã.<span id="more-10871"></span></p>
<div id="attachment_10879" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/imagem31.png"><img class="size-thumbnail wp-image-10879" title=" Giuseppe_Arcimboldo.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/imagem31-150x150.png" alt="Giuseppe Arcimboldo" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Giuseppe Arcimboldo</p></div>
<p>Entre o século XV e XVI, a natureza e o homem são valorizados na estética renascentista. Nesse período, Giuseppe Arcimboldo rompe com a tradição clássica e pinta retratos a partir de composição com verduras e frutas. Mas o gênero natureza-morta foi cunhado só no século XVII, na Holanda, a partir do termo <em>stilleven </em>(natureza em pose) para identificar a pintura de objetos inanimados, como em “A leiteira” de Jan Vermeer.</p>
<p>O que antes era natureza morta, na arte contemporânea, a comida aparece cada vez mais viva. O século XX revolucionou a percepção, os modos de ver, fazer e sentir a arte, e com isso inaugurou novos processos criativos e foi palco para as novas escolas modernistas. Já emancipada da condição à representação fiel da realidade, tanto a pintura quanto a fotografia encontraram novos meios de se (re)inventarem utilizando materiais não convencionais como os alimentos. Materiais perecíveis vão aparecer em quadros e esculturas, quando antes a tinta ou o carvão, o bronze e o gesso poderiam dar forma a uma paisagem ou a um rosto.</p>
<p>O alemão <strong><a href="http://www.moma.org/interactives/exhibitions/2004/dieterroth/flash.htm" target="_blank">Dieter Roth</a></strong> fez o auto-retrato “P.O. TH. A. A. VFB (<em>Picture of the artist as a Vogelfutterbüste</em> - 1970)”, uma escultura feita de chocolate em referência ao romance de James Joyce “O retrato do artista quando jovem”. Nas telas com materiais orgânicos, utilizou banana, queijo e iogurte para um trabalho mais conceitual e abstrato, produzidos entre a década de 60 e 80.</p>
<div id="attachment_10881" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/imagem34.png"><img class="size-thumbnail wp-image-10881" title="Vik_Muniz.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/imagem34-150x150.png" alt="Vik Muniz – Mona Lisa after Leonardo da Vinci" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Vik Muniz – Mona Lisa after Leonardo da Vinci</p></div>
<p>Do Brasil, o paulistano Vik Muniz é referência quando o assunto é arte e comida. Revisitou a “Mona Lisa” de Da Vinci com geleias e pasta de amendoim, criou a imagem de “Medusa” de Caravaggio a partir de macarrão e molho marinara, e na série ‘Sugar Children’ (Crianças de açúcar), recriou os retratos de crianças que trabalhavam num canavial no Caribe com açúcar. Sobre o ensaio, o artista descreve o desejo de devolver à doçura à infância delas. “A radiosa infância daquelas crianças vai certamente ser transformada, pelo açúcar, em açúcar”, afirma Muniz.</p>
<p>Em 2009, o fotógrafo e designer italiano <a href="http://www.fulviobonavia.com/" target="_blank">Fulvio Bonavia </a>associou comida à moda no ensaio “A Matter of  Taste” ( A questão do gosto). Fez bolsas de mirtilo, de brócolis, e de amora, lingerie de folhas de alface, cinto de sardinhas e da berinjela, criou sapatilhas. Assim como moda e arte são também questões de preferências, o que pensar sobre a alimentação?</p>
<div id="attachment_10883" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/imagem35.png"><img class="size-thumbnail wp-image-10883" title="arte.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/imagem35-150x150.png" alt="Fulvio Bonavia" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Fulvio Bonavia</p></div>
<p><strong>Equipe Malagueta</strong><br />
<strong>Texto:</strong> Mariana Moraes</p>
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