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	<title>Malagueta Comunicação &#187; Pimentas</title>
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	<description>Assessoria de comunicação especializada em gastronomia</description>
	<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 23:55:30 +0000</pubDate>
	
	<language>en</language>
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		<title>Índice Big Mac aponta valorização da moeda brasileira</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:39:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Econômia e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[O Big Mac, famoso sanduíche da rede McDonald´s, custa 31% mais no Brasil que nos Estados Unidos. Enquanto os americanos pagam US$ 3,73 pelo lanche, os brasileiros precisam desembolsar US$ 4,91 pelo mesmo produto. Ao comparar os preços do sanduíche em dólar nos dois países, a revista The Economist aponta uma sobrevalorização do real. Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Big Mac, famoso sanduíche da rede McDonald´s, custa 31% mais no Brasil que nos Estados Unidos. Enquanto os americanos pagam US$ 3,73 pelo lanche, os brasileiros precisam desembolsar US$ 4,91 pelo mesmo produto. Ao comparar os preços do sanduíche em dólar nos dois países, a revista The Economist aponta uma sobrevalorização do real. Por ser preparado com os mesmos ingredientes em diversos <span id="more-11420"></span><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem103.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-11458" title="bigmac.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem103-150x150.png" alt="bigmac.jpg" width="150" height="150" /></a>países, o lanche é utilizado como referência para avaliar o valor das moedas ao redor do mundo. O valor-base para o produto é aquele cobrado nos Estados Unidos.</p>
<p>&#8220;O real do Brasil é uma das poucas moedas de mercados emergentes que são negociadas bem acima do ponto de referência do índice Big Mac. Com os juros altos - a taxa básica de juros está agora em 10,75% ao ano -, o Brasil tem atraído a atenção de investidores famintos por lucros. A economia do hambúrguer sugere que o real está sobrevalorizado em 31%&#8221;, diz a revista.</p>
<p>O levantamento da Economist aponta o preço Big Mac em 44 mercados. Somente três países cobram mais pelo sanduíche em relação ao Brasil. O Big Mac mais caro do mundo é vendido na Noruega, onde se paga US$ 7,20 pelo produto. Na Suécia, o lanche custa US$ 6,56 e, na Suíça, US$ 6,19. Na China, o Big Mac sai por US$ 1,95, evidenciando a desvalorização do yuan frente ao dólar. O Big Mac mais barato do mundo, entretanto, é vendido pelos nossos vizinhos argentinos. Na Argentina, o lanche sai por US$ 1,78, 52% mais barato que nos Estados Unidos.<br />
<strong><br />
Fonte: Valor Online<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>22º Congresso Abrasel de Brasília ocorre em agosto</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:39:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Brasília recebe no período de 18 a 20 de agosto o Congresso Nacional da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), que traz este ano como tema central dos debates “Novos Tempos, Novos Líderes”. O evento chega à sua 22ª edição oferecendo aos empreendedores do segmento a oportunidade de conhecer as novas tendências do mercado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília recebe no período de 18 a 20 de agosto o Congresso Nacional da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), que traz este ano como tema central dos debates “Novos Tempos, Novos Líderes”. O evento chega à sua 22ª edição oferecendo aos empreendedores do segmento a oportunidade de conhecer as novas tendências do mercado, aprimorar as atividades empresariais e <span id="more-11422"></span><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2009/04/restaurantes.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-4821" title="restaurantes.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2009/04/restaurantes-150x150.jpg" alt="restaurantes.jpg" width="150" height="150" /></a>ampliar a visão estratégica sobre seus negócios.</p>
<p>Em dois dias de intensa programação técnica, o 22º Congresso da Abrasel, que será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, é cenário para reciclar conhecimentos, conferir as oportunidades do mercado para novos negócios, fortalecer e criar redes de relacionamento. Além disso, é uma ótima ocasião para aprender os segredos que fazem o sucesso de grandes Chefs cozinha, nacionais e internacionais, convidados a se apresentar nas Arenas Gastronômicas desta edição.</p>
<p>Serão várias atividades em um único evento, que vai oferecer um leque de opções para ampliar conhecimentos nos ciclos de Palestras, Workshops, Fóruns, Cursos e debates. Os participantes contarão ainda com espaços para orientação aos empreendedores e realização de Encontros de Negócios.<br />
A solenidade de abertura acontecerá no dia 18, às 19h30, no auditório do Centro de Convenções Ulysses Guimarães e contará a presença de autoridades políticas, entre elas, o presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, além de lideranças e empresários do setor.</p>
<p>Paralelamente ao Congresso da Abrasel, acontece o evento de negócios e relacionamento para empresários do setor de alimentação fora do lar, Chefs de cozinha e lideranças do setor: a Feira Restaurante Show, que reúne empresas fornecedoras de produtos, equipamentos, tecnologia e serviços para o setor.</p>
<p>Visando otimizar o tempo do profissional do setor que sempre está em busca de novos produtos e fornecedores, a Restaurante Show, nesta edição, apresenta áreas específicas de exposição, organizadas de forma segmentada para garantir maior eficiência no contato, facilitar o acesso e atingir as necessidades dos visitantes.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
22º. Congresso Abrasel de Brasília<br />
Data: 18 a 20 de agosto<br />
Onde: Centro de Convenções Ulysses Guimarães em Brasília<br />
Mais informações no<a href="http://www.congressoabrasel.com.br" target="_blank"> site</a>.</p>
<p><strong>Fonte: assessoria<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>Galinha ao molho pardo está quase extinta em São Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:36:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pimentas]]></category>

		<category><![CDATA[Orgânico e Ético]]></category>

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		<description><![CDATA[Em São Paulo, a tradição da galinha ao molho pardo está ameaçada: não há sangue certificado disponível. Quem vende o produto está ilegal. Não há lei que proíba a venda, mas há a exigência de registro no Sistema de Inspeção Estadual comprovando que o procedimento (caro e delicado) está regularizado.
Esqueça a alternativa de comprar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em São Paulo, a tradição da galinha ao molho pardo está ameaçada: não há sangue certificado disponível. Quem vende o produto está ilegal. Não há lei que proíba a venda, mas há a exigência de registro no Sistema de Inspeção Estadual comprovando que o procedimento (caro e delicado) está regularizado.<span id="more-11424"></span></p>
<p><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/03/imagem9.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-9406" title="frango.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/03/imagem9-150x150.png" alt="frango.jpg" width="150" height="150" /></a>Esqueça a alternativa de comprar a galinha viva e abatê-la. É proibido, segundo a Coordenadoria de Defesa Agropecuária do Estado (SP). &#8220;É um drama fazer galinha cabidela. É impossível conseguir sangue&#8221;, diz Hugo Delgado, do Obá, que não pôde fazer a receita - que embebe o frango em um molho suave e aveludado, de sabor próprio reforçado por temperos como alho e pimenta-do-reino&#8211; em um festival de cozinha pernambucana.</p>
<p>Numa viela da zona norte, a galinha ao molho pardo é a maior atração do Galinhada do Bahia. Raimundo Soares vai à roça, compra a galinha e leva até o restaurante. Lá, o animal é abatido e, dele, extraído o sangue, misturado a vinagre para não coagular. &#8220;A galinha cabidela logo logo vai sair da culinária porque a Vigilância Sanitária proíbe matar.&#8221; Ainda assim, Soares serve o prato. &#8220;O cliente pede e eu faço. Se não fizer, o cliente vai embora.&#8221;</p>
<p>Na filial paulistana do tradicional Dona Lucinha, de Minas Gerais, Elza Nunes, faz diferente. Traz de lá o sangue congelado, obtido de galinhas de criação própria. Mas, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o transporte de um Estado para outro também é ilegal: o órgão não registra &#8220;sangue de ave para fins comestíveis, apenas para industrialização&#8221;.<br />
Para Elza, a informação é novidade: &#8220;Nunca soubemos disso e sempre transportamos.&#8221; A casa, há 18 anos em SP, nunca teve problemas com a fiscalização.</p>
<p><strong>Fonte: Folha Online<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>Guerra do brócolis movimenta a União Européia</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:35:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Orgânico e Ético]]></category>

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		<description><![CDATA[O brócolis, ou pelo menos uma de suas muitas variedades, faz parte de uma disputa que poderia ter repercussões significativas para as indústrias de alimentos, de agroquímicos e agrícola da Europa e de todo o mundo. A questão é determinar se é permitido, ou deveria ser, patentear um vegetal. De acordo com uma diretriz da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O brócolis, ou pelo menos uma de suas muitas variedades, faz parte de uma disputa que poderia ter repercussões significativas para as indústrias de alimentos, de agroquímicos e agrícola da Europa e de todo o mundo. A questão é determinar se é permitido, ou deveria ser, patentear um vegetal. De acordo com uma diretriz da União Europeia de 1998 sobre a proteção de inovações biotecnológicas, não é <span id="more-11426"></span><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem27.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-11469" title="brocolis.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem27-150x150.png" alt="brocolis.jpg" width="150" height="150" /></a>permitido patentear processos biológicos na reprodução de animais e plantas. Se for demonstrado, no entanto, um novo desenvolvimento técnico na produção de um vegetal, a Agência Européia de Patentes pode conceder a patente desse desenvolvimento específico.</p>
<p>O problema, portanto, resume-se a determinar se um novo sistema de produção é um processo biológico convencional ou um tecnológico patenteável. É esse princípio que está sendo colocado à prova atualmente em dois casos separados em avaliação pelo conselho de apelações da agência. O primeiro caso envolve uma patente concedida em 2002 à empresa britânica Plant Bioscience, que desenvolveu um método para aperfeiçoar as propriedades anticancerígenas do brócolis. A patente da empresa foi contestada pela Syngenta, multinacional agroquímica suíça, e pela Limagrain, uma cooperativa francesa de sementes. Elas argumentam que a patente do brócolis deveria ser revogada, já que basicamente envolve um processo biológico e, assim, não deveria ser patenteável.</p>
<p>O outro caso sob avaliação na agência envolve um método, desenvolvido pelo Ministério de Agricultura israelense, de produzir tomates com baixo conteúdo de água, o que os torna mais adequados para a produção de ketchup. O caso foi aberto após uma queixa da Unilever, uma grande produtora de ketchup, contra a patente israelense dos tomates. A agência deverá dar seu veredicto sobre ambos os ainda neste ano. Mas as audiências preliminares na sede da agência já provocaram, na semana passada, polêmicas calorosas e não apenas sobre a confirmação ou revogação dessas duas patentes.</p>
<p>Um advogado do Greenpeace advertiu que se a agência confirmar as patentes dos tomates e brócolis estaria abrindo as &#8220;comportas&#8221;, já que há milhares de pedidos na fila por patentes sobre a produção de vegetais e animais. As ONGs e os grupos de agricultores independentes suspeitam que as multinacionais usam os casos não para revogar as patentes, mas para fortalecer o atual sistema. Em outras palavras, se a agência confirmar as patentes, ficará mais fácil para essas multinacionais conseguir uma proteção similar para suas sementes e outros processos biológicos. A ONGs avisam que confirmar as patentes ameaça estender ainda mais o controle das empresas nos setores agrícola e de alimentos.<br />
<strong><br />
Fonte: Financial Times<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>Guaraná Jesus ganha prêmio internacional de design</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Tendências e Consumo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Guaraná Jesus, de Maranhão, ganhou a classificação ouro de melhor estratégia de marketing no Idea Awards (International Design Excellence Awards). A bebida tem a cantora Alcione como embaixadora informal no Rio de Janeiro. 
A campanha escolhida foi veiculada em 2008, quando propunha ao público pela internet que escolhesse entre três layouts. O escolhido seria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Guaraná Jesus, de Maranhão, ganhou a classificação ouro de melhor estratégia de marketing no <em>Idea Awards</em> (International Design Excellence Awards). A bebida tem a cantora Alcione como embaixadora informal no Rio de Janeiro. <span id="more-11428"></span></p>
<p><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem241.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-11463" title="guarana_jesus.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem241-150x150.png" alt="guarana_jesus.jpg" width="150" height="150" /></a>A campanha escolhida foi veiculada em 2008, quando propunha ao público pela internet que escolhesse entre três layouts. O escolhido seria a nova embalagem do refrigerante, que é o segundo mais vendido no Maranhão.  Ao todo foram mais de 10 mil votos. No Rio de Janeiro a bebida é encontrada apenas na Feira de São Cristovão. Famosos como Miguel Falabella e Glória Perez já se renderam ao sabor do Guaraná Jesus.</p>
<p>O Guaraná foi criado na década de 20 pelo farmacêutico ateu Jesus Norberto Gomes. O guaraná é doce e possui notas de canela e cravo. A marca pertence à Coca-Cola desde 2003 e tem fãs pelo Orkut e Facebook. A bebida é tradicional: não há versões light, zero ou nada assim.</p>
<p><strong>Fonte: Caderno ELA/ O Globo<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>Teste com medidor acústico revela níveis de ruído nos restaurantes do Rio</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 10:24:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pimentas]]></category>

		<category><![CDATA[Tendências e Consumo]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria dos restaurantes da cidade não conta com nenhum tipo de tratamento acústico. Para testar os restaurantes com um decibelímetro,  a arquiteta Elizabeth Maldonado foi conferir in loco a barulheira dos estabelecimentos que comercializam alimentos. Numa sexta-feira de madrugada um dos salões da churrascaria Majórica, no Flamengo, apresentava 82 decíbeis.
O recomendado pela Associação Brasileira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos restaurantes da cidade não conta com nenhum tipo de tratamento acústico. Para testar os restaurantes com um decibelímetro,  a arquiteta Elizabeth Maldonado foi conferir in loco a barulheira dos estabelecimentos que comercializam alimentos. Numa sexta-feira de madrugada um dos salões da churrascaria Majórica, no Flamengo, apresentava 82 decíbeis.<span id="more-11440"></span></p>
<p>O recomendado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) fica na casa dos 55 decíbeis. Os médicos recomendam no máximo 64. Já em restaurantes a quilo no centro, o ruído chega a beirar  os 90 decíbeis. Para ilustrar, um helicóptero em voo chega a 95. Segundo Elizabeth, tudo reverbera: travessas de alumínio, pratos empilhados, talheres, a conversa das pessoas&#8230;</p>
<p>Um almoço no Porcão Rio´s, no Aterro, fica em torno dos 72 decíbeis. Para isso, o restaurante usa mantas acústicas, os garçons sapatos de borracha e as toalhas das mesas são de tecido. No Sushi Leblon, 77 decíbeis. Quem ganhou no quesito barulheira foi o Belmonte do Jardim Botânico: 114 decíbeis. Mais alto que motoserra. Segundo o arquiteto Ivan Resende há pequenos procedimentos que surtem efeito para minimizar os ruídos: colocar a porta do restaurante do sentido contrário ao da rua, barreiras acústicas, teto de gesso na altura das mesas, pisos e cimentos com madeira, além de tecidos nos estofos.<br />
<strong><br />
Fonte: O Globo<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>Primeiro-ministro da Itália patrocina linha de hambúgueres do McDonald´s</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 23:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pimentas]]></category>

		<category><![CDATA[Tendências e Consumo]]></category>

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		<description><![CDATA[Silvio Berlusconi, primeiro-ministro da Itália uniu-se recentemente ao McDonald’s e patrocinou a criação de uma nova linha de hambúrgueres - o McItaly. “O McDonald’s agora fala italiano”, diz o slogan.

Usando um avental e bancando o funcionário modelo da lanchonete americana, o ministro da agricultura Luca Zaia informou à imprensa que os novos sanduíches serão feitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Silvio Berlusconi, primeiro-ministro da Itália uniu-se recentemente ao McDonald’s e patrocinou a criação de uma nova linha de hambúrgueres - o McItaly. “O McDonald’s agora fala italiano”, diz o slogan.<br />
<span id="more-11479"></span><br />
<a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem16.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-11486" title="mac.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem16-150x150.png" alt="mac.jpg" width="150" height="150" /></a>Usando um avental e bancando o funcionário modelo da lanchonete americana, o ministro da agricultura Luca Zaia informou à imprensa que os novos sanduíches serão feitos com produtos exclusivamente italianos como alcachofra, pancetta, bresaola e queijo Asiago. Sim, produtos 100% italianos, garantiu o ministro, que, assim como seu superior, demonstra não só a falta de amor pelos produtos da terra mas também total desconhecimento sobre a procedência dos alimentos. A bresaola della Valtellina, a bem da verdade, é feita de carne bovina made in Brazil e Argentina.</p>
<p>A dieta mediterrânea é estudada por nutricionistas e indicada pelos médicos como a mais saudável do mundo. É rica em fibras, antioxidantes e gordura monoinsaturada, e é balanceada em proteínas e outros carboidratos. A cozinha italiana conseguiu manter, mesmo em meio ao mundo globalizado, a sua integridade e princípios, exportando a ideia de vida saudável, comfort food e o prazer de comer bem. Além de ter sido – pura ironia! - o berço do Slow Food, movimento internacional fundado por um grupo de barolistas e liderado pelo jornalista Carlo Petrini, em meados dos anos 80, e criado justamente contra a rede de lanchonetes norte-americana e sua filosofia junk food. O Identità Golose, o mais famoso congresso de cozinha autoral da Europa, que começará nesta primeira semana de fevereiro, promete muitos debates e protestos fervorosos sobre o assunto, e Prazeres da Mesa estará acompanhando tudo de perto (não deixe de conferir aqui pelo site).</p>
<p>Os chefs italianos contemporâneos, por sua vez, adicionaram a criatividade, o pensamento ideológico e filosófico, construíndo suas cozinhas sobre o alicerce sólido da cozinha italiana tradicional. Fazendo parceria com o McDonalds, o governo italiano não só tenta corromper o ethos cultural e a dignidade do produto de terroir de seu país, como também envia uma mensagem errônea aos consumidores (a maioria jovens e crianças), mascarando um produto de baixa qualidade e valor nutritivo com a imagem e o nome de um país que é respeitado e admirado mundialmente por sua culinária primorosa.</p>
<p>“Um ato monstruoso de traição nacional”, afirma o jornalista e crítico de restaurantes britânico Matthew Fort ao jornal The Guardian. Muitos chefs, foodies e cidadãos italianos estão indignados, e inúmeros protestos podem ser acompanhados na internet, em blogs ou no twitter, assim como em respeitados jornais europeus.<br />
<strong><br />
Fonte: Prazeres da Mesa Online<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mesa Tendências 2010 – Congresso Internacional de Gastronomia de São Paulo</title>
		<link>http://malaguetacomunicacao.com.br/2010/07/mesa-tendencias-2010-%e2%80%93-congresso-internacional-de-gastronomia-de-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 23:46:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pimentas]]></category>

		<category><![CDATA[Tendências e Consumo]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições de trabalhos para o evento Mesa Tendências 2010 – Congresso Internacional de Gastronomia de São Paulo, promovido pelo Senac São Paulo em parceria com a revista Prazeres da Mesa.

 No evento, profissionais analisam as perspectivas da área, fortalecendo e ampliando o conhecimento dos estudantes de gastronomia. É ocasião em que estudantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições de trabalhos para o evento Mesa Tendências 2010 – Congresso Internacional de Gastronomia de São Paulo, promovido pelo Senac São Paulo em parceria com a revista Prazeres da Mesa.<br />
<span id="more-11380"></span><br />
<a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem62.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-11383" title="arte.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem62-150x150.png" alt="arte.jpg" width="150" height="150" /></a> No evento, profissionais analisam as perspectivas da área, fortalecendo e ampliando o conhecimento dos estudantes de gastronomia. É ocasião em que estudantes e profissionais se atualizam e trocam experiências com nomes da vanguarda da cozinha mundial, por meio da discussão de  trabalhos realizados por profissionais da área.</p>
<p>Os interessados em participar podem enviar seus trabalhos para avaliação de 15 de julho até três de setembro, seguindo instruções do manual para submissão de trabalhos. Podem participar pessoas de instituições de todo o país. O tema é: Impactos da alimentação, sustentabilidade e outros rumos. Os critérios dos trabalhos estão disponíveis no <a href="http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?tab=00002&amp;newsID=a17724.htm&amp;subTab=00000&amp;uf=&amp;local=&amp;testeira=453&amp;l=&amp;template=&amp;unit" target="_blank">site. </a></p>
<p>O evento conta ainda com o encontro Prazeres da Mesa ao Vivo que apresenta pratos assinados por renomados chefes para degustação. Nesta edição, o encontro traz um desafio aos expositores, chefes e demais participantes para que incorporem, em suas atividades, experiências ou práticas gastronômicas inovadoras voltadas à sustentabilidade.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Cronograma do evento<br />
Mesa Tendências – Congresso Internacional de Gastronomia de São Paulo<br />
De 15/7 a 3/9/2010: inscrições para submissão de trabalhos<br />
De 6/9 a 24/9/2010: avaliação dos trabalhos submetidos<br />
Dia 27/9: divulgação dos resultados<br />
De 27 a 28/10/2010: Apresentação dos trabalhos</p>
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		<title>Califórnia fecha o cerco ao segmento de orgânicos</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 01:46:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pimentas]]></category>

		<category><![CDATA[Orgânico e Ético]]></category>

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		<description><![CDATA[Para reduzir fraudes nos alimentos orgânicos, a Califórnia está lançando um programa para incrementar o cumprimento das leis no setor, que movimenta US$ 1,1 bilhão e está em franca expansão, mas que muitos dizem ter uma regulamentação muito fraca. &#8220;O cumprimento é crucial, porque neste momento ninguém está tomando conta&#8221;, diz Al Montna, presidente do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para reduzir fraudes nos alimentos orgânicos, a Califórnia está lançando um programa para incrementar o cumprimento das leis no setor, que movimenta US$ 1,1 bilhão e está em franca expansão, mas que muitos dizem ter uma regulamentação muito fraca<span id="more-11339"></span>. &#8220;O cumprimento é crucial, porque neste momento ninguém está tomando conta&#8221;, diz Al Montna, presidente do Conselho de Alimentos e Agricultura. &#8220;A produção orgânica é difícil de fazer crescer, é cara e os produtores que tomam atalhos no processo tiram valor do mercado&#8221;.</p>
<p><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem9.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-11082" title="alface.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem9-150x150.png" alt="alface.jpg" width="150" height="150" /></a>Para ter esse selo, os agricultores pagam uma tarifa anual de cerca de US$ 250 para sua agência certificadora e o Programa Orgânico do Estado, que supervisiona pelo menos 2,8 mil fazendas ou pequenas propriedades agrícolas.</p>
<p>O Programa Orgânico do Estado propôs novas regras em junho, para criar uma supervisão mais consistente. Pela primeira vez, seriam especificados procedimentos para investigar queixas e coletar amostras para verificar se houve uso de pesticidas ou fertilizantes não autorizados. Também permitiria ao Estado estabelecer um programa de inspeção no local, para assegurar que os produtos californianos com o selo orgânico são autênticos.</p>
<p>Além disso, funcionários do departamento agrícola da Califórnia começarão a treinar fiscais para acabar com os orgânicos impostores. Rick Jensen, chefe de inspeções no Departamento de Alimentos e Agricultura, afirmou que os fiscais se concentrarão nas áreas em que já sabem que há problemas. O Programa Orgânico do Estado promoverá audiência pública sobre as regras propostas e espera vê-las em vigor em outubro, disse Jensen.</p>
<p>Em março, uma auditoria interna do Programa Orgânico Nacional ressaltou a dificuldade de regulamentar um setor que cresceu anualmente entre 14% e 21% nos últimos dez anos. A auditoria detectou várias falhas no cumprimento das regras tanto na Califórnia como na esfera nacional. O <em>California Certified Organic Farmers</em>, um dos maiores certificadores do Estado, vem pressionando o governo a fiscalizar as violações há anos, segundo sua diretora-executiva Peggy Miars.<br />
<strong><br />
Fonte: Valor Online<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>Pesquisadores brasileiros não estão a favor da revisão do Código Florestal</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 01:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pimentas]]></category>

		<category><![CDATA[Orgânico e Ético]]></category>

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		<description><![CDATA[A revisão do Código Florestal brasileiro, em votação no Congresso Nacional, está provocando sérias preocupações na comunidade científica e suscitando diversas manifestações no Brasil e no exterior. Com uma possível aprovação do relatório que propõe mudanças na legislação ambiental, o Brasil estaria “arriscado a sofrer seu mais grave retrocesso ambiental em meio século, com consequências [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A revisão do Código Florestal brasileiro, em votação no Congresso Nacional, está provocando sérias preocupações na comunidade científica e suscitando diversas manifestações no Brasil e no exterior. Com uma possível aprovação do relatório que propõe mudanças na legislação ambiental, o Brasil estaria “arriscado a sofrer seu mais grave retrocesso ambiental em meio século<span id="more-11341"></span>, com consequências críticas e irreversíveis que irão além das fronteiras do país”, segundo carta redigida por pesquisadores ligados ao Programa Biota-FAPESP e publicada na sexta-feira (16/7), na revista <em>Science</em>.</p>
<p><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem111.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-11393" title="campo_gado.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/imagem111-150x150.png" alt="campo_gado.jpg" width="150" height="150" /></a>O texto é assinado por Jean Paul Metzger, do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), Thomas Lewinsohn, do Departamento de Biologia Animal da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Luciano Verdade e Luiz Antonio Martinelli, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena), da USP, Ricardo Ribeiro Rodrigues, do Departamento de Ciências Biológicas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, e Carlos Alfredo Joly, do Instituto de Biologia da Unicamp.</p>
<p>As novas regras, segundo eles, reduzirão a restauração obrigatória de vegetação nativa ilegalmente desmatada desde 1965. Com isso, “as emissões de dióxido de carbono poderão aumentar substancialmente” e, a partir de simples análises da relação espécies-área, é possível prever “a extinção de mais de 100 mil espécies, uma perda massiva que invalidará qualquer comprometimento com a conservação da biodiversidade”. A comunidade científica, de acordo com o texto, foi “amplamente ignorada durante a elaboração” do relatório de revisão do Código Florestal. A mesma crítica foi apresentada em carta enviada por duas das principais instituições científicas do país, no dia 25 de junho, à Comissão Especial do Código Florestal Brasileiro na Câmara dos Deputados.</p>
<p>No dia 16 de junho, as lideranças da Câmara dos Deputados também receberam carta do geógrafo e ambientalista Aziz Nacib Ab’Sáber – professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP –, que fez duras críticas ao relatório de reformulação da legislação. Reconhecido como um dos principais conhecedores do bioma amazônico, Ab’Sáber defendeu que, “se houvesse um movimento para aprimorar o atual Código Florestal, teria que envolver o sentido mais amplo de um Código de Biodiversidades, levando em conta o complexo mosaico vegetacional de nosso território”. Segundo o geógrafo, a proposta foi apresentada anteriormente ao Governo Federal, mas a resposta era de que se tratava de “uma ideia boa mas complexa e inoportuna”.</p>
<p>Com a nova proposta, as propriedades com até quatro módulos fiscais (20 a 440 hectares, dependendo da região do país) não precisam recuperar a área caso o desmatamento tenha ocorrido até a promulgação da lei. Nas demais propriedades será preciso recuperar a vegetação, mas o cálculo não será feito com base na área total do imóvel: a base de cálculo é a área que exceder quatro módulos fiscais.</p>
<p>No dia 3 de agosto, o programa BIOTA-FAPESP realizará o evento técnico-científico &#8220;Impactos potenciais das alterações do Código Florestal Brasileiro na biodiversidade e nos serviços ecossistêmicos&#8221;. Na oportunidade, especialistas farão uma avaliação dos possíveis impactos que as alterações do Código terão sobre grupos taxonômicos específicos (vertebrados e alguns grupos de invertebrados), bem como em termos de formações (Mata Atlântica e Cerrado) e de serviços ecossistêmicos (como ciclos biogeoquímicos e manutenção de populações de polinizadores). Além de reforçar a base cientifica sobre a importância das APP e de RL para conservação da biodiversidade, o evento visa a subsidiar a ABC e a SBPC no posicionamento sobre essa temática.</p>
<p><strong>Fonte: Agência FAPESP<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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